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Professor federal e docente de escola particular são presos por estelionato em loja no centro de Patos

A desconfiança surgiu após funcionários perceberem que a mesma foto estava sendo utilizada em identidades diferentes, emitidas com nomes distintos.  

22/11/2024 às 07h04 Atualizada em 23/11/2024 às 13h27
Por: Jornal Patoense
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Foto: Reprodução / Jornal Patoense
Foto: Reprodução / Jornal Patoense

Na tarde desta quinta-feira (21), um casal de professores foi preso acusado de praticar estelionato em uma loja no centro de Patos, Paraíba. Wendel Soares, professor do Instituto Federal de Pernambuco (IFPE), e Fabíola Gomes, docente de uma renomada escola particular da cidade, são suspeitos de utilizar documentos falsos para realizar compras.  

O caso aconteceu na loja Rio do Peixe, localizada na Rua José Genuíno. De acordo com a gerente do estabelecimento, o casal já havia efetuado quatro compras em novembro usando documentos fraudulentos. A desconfiança surgiu após funcionários perceberem que a mesma foto estava sendo utilizada em identidades diferentes, emitidas com nomes distintos.  

Nesta quinta-feira, ao tentarem realizar uma nova compra com comprovantes de renda falsificados, os funcionários acionaram a Polícia Militar. Durante a abordagem, foram apreendidos quatro documentos de identidade: dois com a foto de Wendel, mas em nomes diferentes, e dois com a foto de Fabíola, também com nomes diversos. Além disso, um carnê de compras em nome de "Rayssa" foi encontrado e seria utilizado por Fabíola em uma das transações.  

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Além disso, o professor confessou que os produtos adquiridos eram revendidos para um comerciante de eletrônicos da Rua Felizardo Leite, que também teria sido enganado, recebendo os produtos com notas fiscais emitidas em nomes fictícios.

 
 
 
 
 
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O casal foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil de Patos, onde prestaram depoimento. Os materiais apreendidos serão analisados pelas autoridades para aprofundar as investigações.  

Esta não seria a primeira vez que o casal teria sido preso por crimes semelhantes. 

Por Pabhlo Rhuan

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