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Polícia Federal deflagra 2ª fase da Operação Dirty Property em Cajazeiras e sequestra bens ligados à organização criminosa de contrabando de cigarros

De acordo com as investigações, o grupo criminoso utilizava um esquema sofisticado para ocultar a real propriedade de dezenas de imóveis urbanos e rurais, por meio da criação de empresas fictícias, entre elas uma suposta imobiliária, utilizada para mascarar o patrimônio adquirido com recursos ilícitos.

11/07/2025 às 07h33
Por: Jornal Patoense
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Polícia Federal deflagra 2ª fase da Operação Dirty Property em Cajazeiras e sequestra bens ligados à organização criminosa de contrabando de cigarros

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quinta-feira (10), a segunda fase da Operação Dirty Property, com foco no combate ao crime de lavagem de dinheiro associado a uma organização criminosa envolvida no contrabando de cigarros, com atuação concentrada na cidade de Cajazeiras, no Sertão da Paraíba.

De acordo com as investigações, o grupo criminoso utilizava um esquema sofisticado para ocultar a real propriedade de dezenas de imóveis urbanos e rurais, por meio da criação de empresas fictícias, entre elas uma suposta imobiliária, utilizada para mascarar o patrimônio adquirido com recursos ilícitos.

Nesta nova etapa, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão, todos em Cajazeiras, expedidos pelo Juízo da 8ª Vara Federal de Sousa. A Justiça também determinou o sequestro de 20 bens imóveis, além de veículos, valores em contas bancárias dos investigados e a suspensão da atividade econômica de três empresas, apontadas como instrumentos de lavagem dos recursos oriundos do contrabando.

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A primeira fase da operação foi deflagrada em 5 de setembro de 2024, quando foram cumpridos 12 mandados de busca e apreensão na mesma cidade, além do sequestro de 27 imóveis e a suspensão das atividades de uma empresa usada pelo grupo.

As ações da Polícia Federal visam desarticular toda a estrutura patrimonial e financeira da organização criminosa, atingindo diretamente os lucros obtidos com a atividade ilegal.

As investigações continuam e novas fases da operação não estão descartadas.

Por Pabhlo Rhuan - Jornal Patoense

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